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A resistência de união de cinco cimentos disponíveis no mercado e utilizados na fixação de bráquetes ortodônticos (Concise Ortodôntico, Fuji Ortho LC, Vitremer, Dyract e Transbond XT) foi estudada. Foram utilizados 50 dentes pré-molares superiores humanos, hígidos, recém extraídos, conservados em solução de Cloramina T a 1 por cento e água até o momento de sua utilização. Os dentes tiveram suas raízes seccionadas em nível da junção cemento-esmalte, sendo posteriormente incluídos em resina epóxica, com auxílio de matrizes de silicona, e depois armazenados em água deionizada até o momento da fixação dos bráquetes. Previamente à fixação foi realizada profilaxia com pasta de pedra pomes e água, utilizando-se taça de borracha em motor de baixa rotação. Os materiais foram utilizados de acordo com as instruções dos respectivos fabricantes. Após fixação dos bráquetes, os corpos de prova foram armazenados em água deionizada à 37ºC durante 24 horas. Os testes de cisalhamento foram realizados com auxílio de uma Máquina de Ensaios Universal Kratos, com velocidade de 0,5mm/minuto. Os resultados foram analisados estatisticamente, o que permitiu concluir que: a) todos os cimentos atingiram valores aceitáveis à prática ortodôntica; b) com exceção dos grupos Concise Ortodôntico x Transbond XT e Fuji Ortho LC x Transbond XT, houve diferença estatística significante entre todos os outros grupos, c) as falhas adesivas ocorreram, na maioria das vezes (66 por cento), na interface cimento/bráquete. Rev. Fac. odontol. Bauru;7(1/2):15-21, jan.-jun. 1999

 

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