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Os enxertos de biomaterais (autógenos, alógenos, xenógenos ou aloplásticos) vêm sendo utilizados no tratamento de defeitos ósseos decorrentes da doença periodontal. Dentre eles, o osso autógeno mostra superioridade por sua capacidade osteoindutora. No entanto, pela maior dificuldade em sua obtenção, outros materiais como o FDBA e DFDBA surgiram com esta finalidade. Os sítios enxertados podem resultar em uma maior redução na profundidade de sondagem, ganho de inserção e preenchimento do defeito do que sítios tratados de maneira convencional. Apesar de não se detectar diferenças clínicas significantes entre o enxerto alógeno (FDBA e DFDBA) e a hidroxiapatita (um material aloplástico), os enxertos alógenos mostram resultados histológicos superiores quanto à regeneração, uma vez que a PHA leva, ao contrário, à formação de epitélio juncional longo. A associação de enxertos com a regeneração tecidual guiada (RTG) ainda não mostra nítidas vantagens em comparação à RTG isoladamente. Rev. ABO Nac;8(2):116-21, abr.-maio 2000

 

         


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